O Governo Federal sancionou na sexta-feira (31/03) uma lei que cria uma política de controle de natalidade de cães e gatos no Brasil. Pela legislação, deverão feitas cirurgias de esterilização ou outro procedimento “que garanta eficiência, segurança e bem-estar ao animal”…

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NOTÍCIAS NACIONAIS

LIVRO

Um fato ocorrido na família foi a motivação para José Waeny entrar para o mundo literário, porém tornar-se escritor sempre foi seu desejo. A realização do sonho veio com o lançamento do livro “Herança Viva”. “Minha entrada no mundo literário se deu devido a um desejo antigo, que pode se realizar em consequência do fato familiar que gerou esta estória”, recorda.

José Waeny inspirou-se em um acontecimento familiar para escrever obra

Segundo ele, o livro foi escrito durante todo o ano de 2016, porém nos primeiros meses foi realizado todo um trabalho de coleta, organização e transcrição de textos e lembranças. “Essa é a parte do livro que foi baseada em fatos reais. Faz quase 15 anos que esta saga familiar começou”, destaca o autor.

“Herança Viva” foi lançada oficialmente no dia 3 de março de 2017, pela AMAZON KINDLE, na versão digital (e-book) e em 15 de março pela AGBOOK, na versão impressa.

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LEI

O Governo Federal sancionou na sexta-feira (31/03) uma lei que cria uma política de controle de natalidade de cães e gatos no Brasil. Pela legislação, deverão feitas cirurgias de esterilização ou outro procedimento “que garanta eficiência, segurança e bem-estar ao animal”.

Conforme o jornal Folha de São Paulo, o texto assinado pelo presidente Michel Temer (PMDB), publicado no “Diário Oficial”, prevê que o programa de castração levará em conta um estudo das localidades com necessidade de atendimento prioritário ou emergencial –por superlotação ou quadro epidemiológico. Animais que vivem em comunidades carentes terão prioridade.

A lei também sugere campanhas educativas para alertar sobre a guarda responsável de animais de estimação.

O texto do projeto teve dois vetos. De acordo com a Agência Senado, um deles se refere ao estabelecimento de prazo para a adaptação às novas regras por municípios que não possuem unidades de controle de zoonoses. Para o presidente, a obrigação viola a autoridade municipal, e o dispositivo provocaria insegurança jurídica.

Outro trecho vetado estabelecia que as despesas para a implementação do programa viriam da seguridade social da União, mediante contrapartida dos municípios de ao menos a 10% dos recursos. Na justificativa para o veto, consta que essa regra atrela recursos da seguridade social a programa não vinculado diretamente à saúde.

Conforme o texto, o impacto fiscal estimado é de R$ 23,4 bilhões, o que comprometeria o equilíbrio financeiro e entraria em conflito com a Lei de Responsabilidade Fiscal e com a Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2017.

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NEWSLETTER

Por sua eficácia e custo baixo em relação a outros meios, o envio de Newsletter vem se destacando cada vez mais dentro das estratégias de marketing de empresas em todo o mundo. O fato é que esta ferramenta proporciona à empresa que a utiliza um ROI (retorno sobre investimento) muito maior que outras formas de divulgação. Mas, além da questão financeira há outros bons motivos, baseados em dados concretos, para se investir em Newsletters. Confira:

01. Maior convencimento de venda: Enquanto o percentual de vendas oriundas das redes sociais gira em torno de 0,59% do total de pessoas direcionadas, e nos motores de busca fica na casa dos 2,49%, no email, este número sobe para 5%. Ou seja: é muito mais fácil vender algo por email do que por qualquer outro meio digital.
02. Aumento das taxas de abertura: Engana-se (e muito) quem acha que os emails estão caindo em desuso por conta das redes sociais. Estudos do site www.emarketer.com mostram que em 2016 a taxa de abertura de emails cresceu 33,3% em relação ao ano anterior. E o motivo disso é o aumento na segurança das caixas postais e, principalmente a facilidade no acesso aos emails que hoje são facilmente lidos através dos aparelhos smartphones.
03. Relevância para o cliente: O Lenskold Group (www.lenskold.com) divulgou recentemente um estudo que atesta que a relevância das mensagens via email enviadas de forma sistematizada pelas empresas é 113% maior do que o envio aleatório de mensagens. Em outras palavras, enviar newsletters bem organizadas, planejadas e constantes farão muito mais efeito do que se mensagens enviadas sem nenhum planejamento.
04. Fácil compartilhamento: Quando pensamos em compartilhamento, a primeira coisa que vem à mente é o Facebook. Porém, dados do site www.quicksprout.com revela que é três vezes mais provável que um conteúdo interessante seja compartilhado ao ser recebido no email do que ao ser visto na timeline da rede social.

Os dados comprovam a eficácia da ferramenta. Mas lembre-se que são necessários cuidados na redação do texto, no design e na tecnologia de envio usada na Newsletter. O PdL Comunicação possui uma equipe de jornalistas, publicitários, designers e programadores com ampla experiência na criação de boletins eletrônicos para empresas.
Mais informações: www.PortaldoLocador.com/servicos

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RECONHECIMENTO

Com intuito de reconhecer publicamente as empresas que prestam serviços à indústria de negócios internacionais, a AI Global Media Ltd, empresa com sede no Reino Unido, promoveu a 1ª edição do “Brazilian Business Award – Wealth and Finance International 2017”, e o Portal Embarque na Viagem é uma das empresas vencedoras na categoria “Best Tourism & Travel News Portal 2017”, por se destacar no desempenho e na contribuição para o ambiente de negócios de forma global, promovendo e fomentando diversos destinos a partir do Brasil.

Entre os premiados estão o Banco BMG, Procter & Gamble, Unimed, ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil, Alcatel Lucent Brasil, Hewlett-Packard, Universidade Federal Do Rio De Janeiro e a Prosegur.

A escolha foi conduzida pela Wealth & Finance International, que analisou performances das empresas e profissionais brasileiros que atuam no mercado internacional e em alguns casos, até especialistas não-brasileiros que contribuem de forma relevante para o business brasileiro. Outros critérios analisados: credibilidade, empreendedorismo, consistência e inovação.

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ARTIGO

Caçada ao erro maior

Trata-se se de uma guerra injusta, como qualquer guerra. Como as outras, nesta todos saem perdendo. Essa é bem longa e ainda não acabou e, diferente das demais, teve motivo suficiente que a justificasse.
Começou no longínquo ano de 1998. Após prestar atenção num trecho do livro “Não Erre Mais”, de Luiz Antonio Sacconi, com uma dica de que horas só teria uma abreviatura correta. Seria somente horas com a letra “h” minúscula e quando fracionada, com “h” entre horas e minutos e min, no final. Assim: 10h, 18h, 24h ou 10h10min, 11h11min ou 00h16min. As demais formas eram inglesas e norte-americanas, em razão de representação digital, ou invencionices brasileiras.
Passei a prestar atenção quais meios de comunicação tinham a preocupação de escrever da forma correta. As revistas Veja e ISTOÉ não escreviam; os jornais O Estado de São Paulo e a Folha de S.Paulo, também não. Do mesmo modo o ex-impresso Jornal do Brasil e O Globo, meu oponente atual. E todos os outros veículos de comunicação. E, ainda, essa forma errada aparecia nos telejornais, nas novelas, e em toda a mídia brasileira. O erro era seguido até por sites de relevantes órgãos públicos, como o da própria Presidência da República, da Câmara dos Deputados, do Senado. Os do Supremo Tribunal Federal-STF e da Confederação Brasileira de Futebol-CBF que mantêm o erro até hoje. O pior era que o erro se repetia até nos sites das secretarias e no do Ministério da Educação, órgão máximo responsável oficialmente por essa área. As igrejas erravam nos horários de missas e cultos.
Naquele ano de 1998, escrevi um texto com o título do livro e o encaminhei aos jornais, especialmente aos citados questionando a existência do erro, já que se fosse representado da forma correta, facilitaria para que os leitores passassem a escrever também corretamente. Fiz o mesmo encaminhamento aos governos estaduais, prefeituras e até para o Ministério da Educação. Cheguei a entregar algumas cópias do texto às empresas que confeccionam faixas e cartazes.
Alguns veículos de comunicação corrigiram imediatamente. Outros, não. Alguns mantinham os erros apenas em determinadas seções, especialmente nas de classificados. Mas seguimos em frente.
Algumas mudanças foram apenas para trocarem de erro e isso perdura até hoje. Passaram, principalmente, a representar “10:30h”. Mas houve avanço a ponto de até os postos de combustíveis grafarem corretamente o atendimento de 24h. Aliás, cobro muito dos postos em todos os sentidos, devido ao atendimento contínuo e o tempo que as pessoas ficam para abastecer.
O Jornal O Globo trocou a abreviatura de minutos por metro, “m”. Já escrevi inúmeras vezes para os e-mails do jornal, mas o erro permanece. Já liguei, mas teima em manter o erro. Não imagino que seja pelo poder que queira mudar até a regra gramatical. Só que enquanto não altera a regra, deveria corrigir. Enquanto isso, outros veículos de comunicação mantêm nome de mês com letra maiúscula, dia de semana como segunda, terça e não terça-feira, quarta-feira e assim segue o festival de erros gramaticais em todo o país.
Não sou especialista no assunto. Embora toda guerra seja desumana e injusta, essa ainda é mais desigual. O conjunto de “os Globos” aparece diariamente para milhões de pessoas e um ser comum não é visto por ninguém. Mas como o erro não tem força, por ser erro, esta formiga precisa vencer o elefante. Várias batalhas foram perdidas, mas a guerra deverá ser vencida pelo bem de todos.

Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
Bacharel em direito

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