RORAIMA É ASSIM – SERRA DO TEPEQUÉM

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RORAIMA É ASSIM

SERRA DO TEPEQUÉM

A serra do Tepequém é um acidente geográfico localizado no município brasileiro de Amajari, estado de Roraima. Situa-se a 210 km da capital, Boa Vista, e apresenta atrativos como o platô da serra do Tepequém, que chega a 1.022m de altitude. A economia baseia-se no turismo e no artesanato.

Etimologia

Acredita-se que o termo Tepequém provenha das palavras indígenas tupã e quem, que significam “Deus do fogo” ou “fogo de Deus”.

Características

A área conta com alguma urbanização. No passado a energia elétrica era fornecida por meio de um gerador que só funcionava das 7 às 21 horas, hoje há um maior e com funcionamento 24 horas. Uma estrada de asfalto vai até a Vila do Paiva, principal povoação da serra. Existem atualmente quatro restaurantes que servem café da manhã, almoço e jantar, além de várias pousadas e áreas de camping na subida da serra (Estância Ecológica do SESC) e na própria Vila do Paiva.

O local é propício para atividades como trekking, ciclismo ecológico, rapel, banhos de cachoeiras, observação de aves diurnas e noturnas, trilhas de moto e automóvel 4×4, observação da flora local, como orquídeas de várias cores e tamanhos, animais e insetos, bem como exploração de grutas, entre outras atividades.

Durante oito décadas a serra foi muito modificada devido à intensa e descontrolada exploração de diamantes, cujo período áureo foi nas décadas de 40 e 50, embora tenha começado oficialmente por volta de 1936. A cachoeira do Funil é um exemplo de paisagem que sofreu inúmeras explosões de dinamites feitas por garimpeiros. Recentemente, a aplicação de leis ambientais mais rigorosas e o advento do turismo estão reavivando a preservação e o potencial da área.

SERRA DO TEPEQUÉM II

A serra das cachoeiras, das belezas, das aves (incluindo o galo-da-serra e araras), das bromélias, das orquídeas, das lendas, das histórias, dos causos, do diamante, do garimpo e das pedras-sabão, do platô que ainda guarda peças do avião que ali caiu, da Enseada da Anta e da Laje Verde.

Aos visitantes é recomndado levarem protetor solar, óculos escuros, roupas leves e roupa de banho, calçado confortável, chapéu ou boné, repelente e bolsa de hidratação ou cantil.
Procure pelos guias de turismo local, aproveite para se deliciar com a comida caseira da região e descansar em suas pousadas.

SERRA DO TEPEQUÉM III

Tepequém que significa “Deus do Fogo”, segundo uma lenda local que diz que ali é vulcão adormecido. Fica Localizada a aproximadamente 210 km da capital Boa Vista, em um platô de 1.100m de altitude.

A Chapada do Tepequém oferece uma rica e importante história para o desenvolvimento do estado de Roraima.

Vegetação especial com diversidade de orquídeas e bromélias. Deliciosas cachoeiras, como a do Paiva e do Barata, que completam o cenário deste lugar.


Na cachoeira do Paiva, escolhemos a descida pela escadaria de madeira, mas, antes de descer, você pode ir ao mirante do Paiva e fazer muitas fotos, e logo em seguida começar a descida.

Ao chegar à parte de baixo da cachoeira do Paiva, você pode continuar a descer e ir conhecendo o local, vale ressaltar que há pedras escorregadias e áreas com quedas muito altas, então não esqueça de contratar um condutor local ou pedir apoio ao guia de turismo que está acompanhado o seu grupo. Se continuar descendo irá chegar a uma pedra que parece ter sido colocada em cima de outras duas pedras, o que chama bastante a atenção dos turistas.

Outra cachoeira próxima à Vila do Paiva é a do Cabo Sobral, que faz jus ao nome da vila antiga do Tepequém, local onde na época do garimpo era a vila principal, com policiamento, cinema, cabarés e muito mais, a cachoeira é mais rasa e usada por muitos como escorregadeira, por ter um pouco de inclinação e alguns pequenos poços de água usados pelos turistas para se refrescar, e é uma das que, particularmente, mais curto.

Falando em poços, tem a cachoeira do Barata, que é uma das mais visitadas, por ter vários poções de água, muitas vezes transparente, às vezes esbranquiçadas pela chuva, muitos usam as paredes ao redor dos poções para pular e se divertir, o Tepequém é lindo e em todo percurso, e em cada cachoeira, sempre vemos as placas falando do cuidado com o lixo que o turista leva, e vemos também latões de lixo que estão no caminho das cachoeiras ou levem seu lixo até áreas apropriadas para o despejo na vila.

Tem a cachoeira do Funil que é uma das mais distantes e visivelmente modificada pelos garimpeiros na época da exploração do diamante, esse que era muito cobiçado por sua cor verde-cana, e no percurso para esta cachoeira passamos pelo conhecido xelim do gringo, outra área também modificada por explosões de dinamite, mas bastante interessante, pois os garimpeiros fizeram todo um percurso para passar a água e lavar a terra, sobrando os cascalhos e o desejado diamante.

Uma área muito conservada no Tepequém é a enseada da Anta, refúgio de animais e plantas, um local que pode ser utilizado por ornitólogos para a prática de observação de aves e sem falar que é um local que quem o visita, para, senta nas encostas e pode sentir uma paz interior muito grande, algo que envolve o local.

Existe também o Complexo dos Guimarães, local onde vamos encontrar a cachoeira do Igarapé Preto, com águas avermelhadas e uma região repleta de grutas para serem visitadas, de vários tamanhos e dificuldades para o acesso.
E também a pequena, cachoeira do Miudinho.