NOTÍCIAS NACIONAIS TURISMO A Montanha Sagrada dos Yanomami Durante anos esteve fechado para as atividades de visitação turística, e após um excelente Plano de Visitação elaborado em parceria com Órgãos Governamentais como Funai, Icm-Bio, Ministério Público Federal, juntamente com Instituto Sócio Ambiental (ISA), FOIRN, Prefeitura de S. Gabriel da Cachoeira, Exército Brasileiro, com a participação importante e fundamental da AYRCA (Associação Yanomami do Rio Cauaburis e Afluentes) e AMYK (Associação das Mulheres Yanomami Kumirayoma)…

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NOTÍCIAS NACIONAIS

TURISMO

A Montanha Sagrada dos Yanomami

Durante anos esteve fechado para as atividades de visitação turística, e após um excelente Plano de Visitação elaborado em parceria com Órgãos Governamentais como Funai, Icm-Bio, Ministério Público Federal, juntamente com Instituto Sócio Ambiental (ISA), FOIRN, Prefeitura de S. Gabriel da Cachoeira, Exército Brasileiro, com a participação importante e fundamental da AYRCA (Associação Yanomami do Rio Cauaburis e Afluentes) e AMYK (Associação das Mulheres Yanomami Kumirayoma), eis que finalmente se caminha para a reabertura do Parque para a visitação sustentável, normatizada, regulamentada dentro do que estabelece a Instrução Normativa da Funai 03/2015.

As expedições deverão acontecer dentro de um planejamento estabelecido e serão operados em conjunto com as comunidades indígenas da região, e com o monitoramento dos Órgãos competentes, tudo isso fará com que as operações transcorram com segurança, qualidade, obedecendo a Legislação, e com empresas comprometidas com a sustentabilidade e legalidade, e assim possam colaborar na sustentabilidade das atividades na região.

Ainda não há data definida para reabertura, embora tudo indique que seja ainda em 2018.

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ESPORTE

Existem hoje nos Emirados Árabes Unidos cerca de 600 brasileiros vivendo de dar aulas de Jiu-jitsu no país.

É um ótimo negócio dar aulas nos Emirados, obrigatório nas escolas e nas Forças Armadas, a “arte suave”, também, é praticada pela Polícia.

A demanda, que vem crescendo nos últimos anos, virou salvação para os faixas-pretas brasileiros, que têm seu eldorado, capaz de dar estabilidade financeira e reconhecimento profissional. Um dos caminhos mais viáveis para chegar a esse eldorado é participando dos eventos da Federação Brasileira de Jiu-jitsu .

A parceria entre a UAEJJF (Federação de Jiu-Jitsu dos Emirados Árabes Unidos) e a FBJJ (Federação Brasileira de Jiu-Jitsu) tem rendido excelentes frutos ao esporte brasileiro. Apostando em um gerenciamento profissional, as competições organizadas pelas entidades passaram a ter um calendário vasto em todo o território nacional – foram 11 em 2017 -, com premiações em dinheiro e viagens para torneios internacionais.

A próxima etapa nacional será o Brazil National Pro Jiu-Jitsu Championship, que abre o calendário de competições em 2018. Nos dias 27 e 28 de janeiro, a cidade de Guarapari (ES) receberá o torneio. São esperados mais de mil atletas no evento.

Além das disputas nacionais, cinco Grand Slams serão organizados durante a temporada 2018/2019. O Brasil será um dos países-sedes e receberá a disputa internacional no segundo semestre do ano. O torneio terá transmissão ao vivo e exclusiva do Combate.

Mais informações acesse www.fbjj.org.br

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ESPORTE II

O ano recém começou e o judoca Romário Silva já está treinando a todo vapor para a maratona de competições que irá enfrentar em 2018.

Desde o último dia oito o catarinense está participando de trabalhos físicos na Grande Florianópolis, que servirão como suporte para as competições oficiais e que terão início já no mês de fevereiro.

Ao todo, serão nove competições importantes, sendo algumas que visam somar pontos para a disputa da grande seletiva nacional, que tem como objetivo ingressar na seleção brasileiro de judô.

Um dos principais judocas catarinenses na sua categoria, Romário acumula conquistas importantes no âmbito estadual, além de desempenhos expressivos a nível nacional, como o vice-campeonato brasileiro universitário JUBs, em 2016.

Foto divulgação/Francielle Cecília

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BARRADA

No fim do dia de sexta-feira (12/1), a Advocacia-Geral da União (AGU) entrou mais uma vez com um recurso no Tribunal Regional Federal (TRF-2), com sede no Rio de Janeiro, para anular as decisões da Justiça Federal que suspenderam a posse da deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) como ministra do Trabalho.

No recurso, a AGU alega que o juiz que concedeu uma das liminares não tem competência legal para decidir a questão. A advocacia sustenta que a questão deveria ter sido analisada pelo juízo federal de Teresópolis (RJ), e não de Niterói (RJ). Para a AGU, a lei que regulamentou as ações populares estabelece que o tema deve ser julgado no local onde foi proposta a primeira ação envolvendo a questão.

A posse foi barrada pela primeira vez na segunda-feira (8), pela primeira instância, a partir de uma ação popular do Movimento dos Advogados Trabalhistas Independentes. A entidade argumenta que a nomeação de Cristiane Brasil “ofende a moralidade administrativa”. Segundo o movimento dos advogados, a deputada “praticou pessoalmente graves violações das leis trabalhistas, flagradas e comprovadas em, pelo menos, duas demandas judiciais”.

Em seguida, a AGU e a defesa da deputada recorreram à segunda instância, que manteve a decisão. Na noite de quarta-feira (10), o juiz substituto do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) Vladimir Vitovsky rejeitou o recurso.

Governistas mais próximos de Temer admitem o desgaste diante das sucessivas derrotas na Justiça, mas não querem desagradar ao PTB, um dos partidos mais fiéis ao Planalto e que promete ajudar na aprovação da reforma da Previdência, que está com votação marcada para fevereiro. No PTB, o presidente do partido e pai de Cristiane Brasil, Roberto Jefferson, não dá sinais de que vá recuar na indicação.

Depois que seu nome foi anunciado como ministra do Trabalho, surgiram informações de que Cristiane tem dívidas trabalhistas com ex-funcionários. Com base nos argumentos, o juiz decidiu, preliminarmente, que conceder a liminar. Ele destacou ter verificado “flagrante desrespeito à Constituição Federal no que se refere à moralidade administrativa”, quando se pretende nomear para o cargo de ministro do Trabalho “pessoa que já teria sido condenada em reclamações trabalhistas”.

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ANIVERSÁRIO

Gravura mostra a Avenida Central, atual Avenida Brasil, inaugurada em 1904

Foto – Fernando Frazão/Agência Brasil

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), no centro do Rio de Janeiro, comemora neste sábado (13/1) 81 anos de fundação com a inauguração de duas novas exposições: A reinvenção do Rio de Janeiro: Avenida Central e a Memória Arquitetônica do MNBA e O Espaço da Arte.

A primeira traz pinturas, documentos, objetos, gravuras e fotografias que resgatam a história da instituição, que teve origem na Academia Imperial de Belas Artes, e a segunda é uma prévia do cenário da nova Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea do museu, que em breve será reformulada.

Os curadores dividiram a mostra A reinvenção do Rio de Janeiro: Avenida Central e a Memória Arquitetônica do MNBA em três eixos. No primeiro, são enfocados a Academia Imperial de Belas Artes, fonte da coleção do MNBA, e os desenhos do arquiteto que concebeu a academia, o francês Grandjean de Montigny.

O segundo eixo, intitulado Avenida Central, trafega pela modernização do Rio de Janeiro. Dele faz parte a inauguração, em 1904, da da Avenida Central,, tual Avenida Rio Branco. A terceira parte da exposição aborda a preservação do museu, mostrando a restauração do prédio, cuja inauguração completa 110 anos neste ano.

A outra mostra aberta neste sábado, O Espaço da Arte, constitui uma prévia do cenário da nova Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea do museu, que em breve será reformulada. A exposição reúne 51 obras da coleção do MNBA, incluindo nomes como Iberê Camargo, Guignard, Ivan Serpa, Cândido Portinari, Flávio de Carvalho, Djanira e Fayga Ostrower.

No segundo núcleo, dizem os curadores, as obras assumem a postura investigativa de experimentar e entender as possibilidades e caminhos para a espacialidade num lugar entre a figuração e a abstração. É exemplo desse momento o quadro Cidade Iluminada, de Antonio Bandeira.

No terceiro núcleo, a abstração é assumida, informou o curador Daniel Barreto. “Em todas as salas, a gente colocou uma obra do Iberê Camargo, porque ele acompanha a transformação e vivencia todas essas espacialidades na sua obra. É muito didático porque você identifica todos esses momentos com muita clareza.”