NOTÍCIAS INTERNACIONAIS – Dizer que Karl Lagerfeld mudou a moda é um clichê absurdo. Bem mais do que isso, o estilista alemão morto nessa terça-feira, 19/02, aos 85 anos, “sobreviveu” às grandes mudanças que tornam a cena fashion de hoje completamente diferente daquela na qual ele primeiro se aventurou lá em meados dos anos 1950, como estagiário do igualmente lendário Pierre Balmain…

0
68

OBITUÁRIO

Dizer que Karl Lagerfeld mudou a moda é um clichê absurdo.

Bem mais do que isso, o estilista alemão morto nessa terça-feira, 19/02, aos 85 anos, “sobreviveu” às grandes mudanças que tornam a cena fashion de hoje completamente diferente daquela na qual ele primeiro se aventurou lá em meados dos anos 1950, como estagiário do igualmente lendário Pierre Balmain.

De certa forma, é mais justo falar que Lagerfeld “foi mudado” pela moda e sempre aceitou isso numa boa, o que justifica sua enorme influência e presença constante no mundinho ao longo das últimas seis décadas.

Apelidado de “kaiser” (“imperador”, em alemão), Lagerfeld sai de cena deixando um legado comparável aos de outros grandes nomes como Christian Dior e até da própria Coco Chanel, cuja maison icônica comandava desde 1983. Resta saber quem é que vai ficar com a coroa imperial dele, se é que existe alguém a altura para substitui-lo.

Em homenagem a Lagerfeld, 5 motivos que provam porque o gênio da costura foi e sempre será lembrado como um personagem único que mudou a forma como muitos de nós nos vestimos.

O começo do kaiser foi sem glamour

Foto – Reprodução

Engana-se quem pensa que Lagerfeld sempre foi uma unanimidade.

Basta lembrar que a primeira coleção que levava o nome dele, lançada em 1962, foi fortemente crítica por jornalistas de moda. Na época, o estilista ainda assinava Roland Karl e dava expediente no atelier de Jean Patou, portanto se arriscar dessa forma foi algo muito ousado.

Entre os descontentes com os looks, o consenso era que as peças ou tinham aberturas demais ou “pano demais” nos lugares errados. Lagerfeld jamais de deixou abalar, e sempre afirmou que seu objetivo foi agradar aqueles que compravam suas roupas, e não a imprensa, como hoje em dia muitos por aí fazem.

Na Chloé ele causou uma verdadeira revolução

Foto – Reprodução

Anos antes de assumir a Chanel, em 1964, Lagerfeld começou a colaborar com a Chloé. Os designs que ele apresentava para a marca francesa, que aquela altura buscava uma nova identidade, fizeram enorme sucesso.

Em poucos anos, o estilista já estava desenhando toda a coleção da maison fundada por Gaby Aghion, já em busca de uma certa popularização de clientela porém sem perder o glamour que também está entre as marcas registradas da carreira dele.

A pièce de résistance da experiência foi a linha de “mini sutiãs” inspirados nas fantasias de Carmen Miranda que ele apresentou no começo dos anos 1970, e que serviram para tornar a Chloé uma “must have” entre as consumidoras mais jovens.

Com o amigo Valentino Garavani: os dois viveram intensamente os anos 1970

Foto – Reprodução

Os anos 1970, aliás, foram importantíssimos para Lagerfeld. Foi durante essa década que o estilista passou a fazer parcerias com gente de fora da moda, sobretudo dos universos do teatro e da música e, por muitas vezes, na companhia do bff Valentino Garavani.

Foram dele os figurinos de várias das montagens teatrais de Luca Ronconi e Jürgen Flimm que tiveram o teatro La Scala, de Milão, como palco. Ele também assinou os looks usados pelos atores do filme icônico francês “Les Troyens”, de Hector Berlioz. Sem dúvida, Lagerfeld compreendeu que era necessário interagir com outras tribos não fashionistas para continuar em alta.

A Chanel voltou a ser relevante graças a ele

Foto – Getty Images

No começo dos anos 1980, a Chanel vivia uma de suas piores fases.

Sem ter a mesma relevância dos tempos da fundadora Coco Chanel e sofrendo para enfrentar a concorrência, os donos da maison francesa – os irmãos Alain e Gérard Wertheimer – tomaram uma decisão do tipo “ou vai ou racha”: eles contrataram Lagerfeld. Foi então que o estilista assumiu o posto de diretor-criativo da maison para torná-la mais jovem. O resultado pode ser exemplificado em números: sob o primeiro ano de comando dele, a Chanel abriu mais de 40 lojas ao redor do mundo e voltou a ser lucrativa, graças a um plano de negócios orquestrado por Lagerfeld que focava na produção de perfumes e acessórios.

Lagerfeld na campanha da H&M: ser desejado por todos os públicos é importantíssimo

Foto – Reprodução

Apesar de ter seu nome atrelado a algumas das maiores marcas de luxo da história, Lagerfeld sempre entendeu que ninguém sobrevive vendendo para apenas um nicho. Ou, traduzindo em miúdos, sendo desejado apenas por algumas pessoas.

A prova disso é que ele foi um dos primeiros grandes estilistas que aceitaram criar uma coleção com preços mais acessíveis para a H&M, o que fez em 2004. Foi um sucesso, e todas as peças que ele desenhou para a fast fashion sueca foram vendidas em questão de horas. “Jamais use a palavra ‘barato’.

Hoje qualquer um pode ficar chic usando roupas que não custam muito, até os ricos as compram. Você pode ser a pessoa mais chic do mundo usando apenas jeans e camiseta”, o kaiser disse durante o lançamento da empreitada. Como dizia a mademoiselle, “a moda é passageira, e o estilo é para sempre”.

########################################################

EXPULSO

Foto – Reprodução

O papa Francisco devolveu ao estado laico no sábado (16/2) o ex-cardeal americano Theodore McCarrick, de 88 anos, acusado de abusos sexuais contra ao menos um adolescente há quase meio século, uma novidade na história da Igreja Católica.

O papa argentino declarou definitiva uma sentença nesse sentido da Congregação para a Doutrina da Fé, instituição do Vaticano que vela pelo respeito do dogma católico, detalhou um comunicado da Santa Sé divulgado.

O ex-cardeal foi considerado culpado de ter “infringido o sexto mandamento (que proíbe o adultério) com menores e adultos, com a circunstância agravante do abuso de poder”, segundo o comunicado.

Esta punição, sem apelação possível e, portanto, definitiva, é aplicada poucos dias antes de uma reunião crucial, de 21 a 24 de fevereiro, com os presidentes das conferências episcopais de todo o mundo no Vaticano, onde abordarão a responsabilidade dos prelados que mantiveram silenciadas as agressões sexuais a menores de idade executadas pelo clero.

Os grandes escândalos que foram revelados nos Estados Unidos, no Chile e na Alemanha mancharam a credibilidade da Igreja Católica.

O papa Francisco, que quer aplicar sua promessa de “tolerância zero“, prometeu nestes últimos meses que seria intransigente com a alta hierarquia eclesiástica.

O ex-cardeal emérito de Washington já estava proibido desde julho de exercer seu ministério e depois renunciou ao seu título honorário de cardeal. Com sua exclusão oficial da Igreja, o homem, recluso atualmente no estado do Kansas, nos Estados Unidos, simplesmente se torna Theodore McCarrick.

A Santa Sé solicitou em setembro de 2017 uma investigação ao arcebispado de Nova York, após o depoimento de um homem que acusou o prelado de ter abusado sexualmente dele nos anos 1970.
Diante dos “indícios graves” revelados na investigação, o papa destituiu no final de julho o monsenhor McCarrick do título de cardeal.

Este caso abalou a hierarquia da Igreja Católica americana, pouco antes da publicação de um relatório devastador sobre os abusos maciços cometidos na Pensilvânia.

A decisão do Papa Francisco de expulsar do sacerdócio o ex-cardeal Theodore McCarrick por acusações de abuso sexual “é um sinal claro” de que atos como este não serão tolerados, divulgou no sábado a Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos.

Em 2015, o papa Francisco aceitou a renúncia do monsenhor Keith O’Brien a todos os direitos do cardeal, após ter demitido dois anos antes como arcebispo de Edimburgo quando foi acusado de “atos inapropriados” com jovens padres. O prelado, no entanto, manteve o título do cardeal até a sua morte, em março de 2018.

O único caso de abandono do título supremo do cardeal remonta a 1927, quando o papa Pio XI aceitou a renúncia do cardeal francês Lois Billot, que havia renunciado por motivos políticos.

Expulsar um prelado é considerada a punição mais severa para um eclesiástico, privados de todos os seus direitos e prerrogativas de sacerdote, como celebrar a missa.

Em outubro, o papa retirou os títulos de dois bispos chilenos por agressões sexuais a menores de idade, quando a Igreja Católica deste país estava mergulhada em um escândalo sem precedentes.

O cardeal McCarrick, um padre que foi nomeado bispo e arcebispo da Arquidiocese de Nova York antes de ir para Washington em 2001, era um dos cardeais americanos com mais projeção internacional. Durante muito tempo, foi muito influente para levantar fundos para a Santa Sé.

Embora estivesse oficialmente aposentado, continuava viajando, especialmente para defender questões de direitos humanos. Desempenhou um papel importante na exigência de reformas que punissem severamente os padres pedófilos nos Estados Unidos.

McCarrick também foi alvo de uma acusação incendiária de um prelado italiano aposentado, o arcebispo Carlo Maria Vigano, que chegou a pedir a renúncia de Francisco e de outros membros da cúria por terem ignorar o comportamento do ex-cardeal por cinco anos, apresentado como um notório predador sexual.

Esta acusação virulenta, com base em provas escritas, foi feita no final de agosto, em plena viagem do pontífice à Irlanda, país cuja Igreja Católica é atingida por numerosos escândalos de abusos.

O papa prometeu mais investigações sobre McCarrick nos arquivos dos departamentos (ministérios da Cúria Romana) e nos escritórios da Santa Sé.

########################################################

THE WINNER IS…

De um rigor plástico invejável, expresso em enquadramentos hipnotizantes de Paris, o drama “Synonymes”, de Nadav Lapid, deu ao cinema israelense um reconhecimento estético sonhado há tempos ao conquistar o Urso de Ouro no encerramento do 69º Festival de Berlim.

É a saga, em tons autobiográficos, de um rapaz que deixa seu país para recomeçar a vida na França, sem preservar qualquer laço com suas origens israelenses, tendo como seu mais fiel companheiro um dicionário. O desempenho de Tom Mercier como Yoav, o sujeito que quer reinventar sua identidade (e custa a se livrar do passado), é impecável. Mas o que pesou mais, ao lado de sua excelência narrativa, é a aposta numa discussão sobre pertencimento.

Juliette Binoche, presidente do júri em Berlim, e o diretor Nadav Lapid com o maior prêmio do festival

Foto – John MacDougall/AFP

Polêmico em sua visão crítica sobre sua pátria, Lapid é o atual quindim da revista “Cahiers du Cinéma”, a bíblia da intelectualidade cinéfila desde os anos 1950. Aos 43 anos, com uma obra iniciada em 2003, ele ganhou prestígio ao filmar por “A professora do jardim de Infância” (2014), que ganhou um remake no ano passado nos EUA.

Mas, apesar de seu cacife, ele não era visto como favorito ao Urso dourado. Esperava-se que o troféu fosse para “God exists, her name is Petrunya”, de Teona Strugar Mitevska, dado seu combate ao sexismo – “a” bandeira desta Berlinale. Mas Teona, vinda da Macedônia, nada ganhou de Juliette, tendo que se contentar com o prêmio do Júri Ecumênico e com a láurea do Sindicato dos Exibidores de Filmes de Arte.

Apesar de toda a vitrine midiática conquistada na Alemanha com “Marighella”, filme de estreia de Wagner Moura na direção, exibido hors-concours, o Brasil não estava na disputa pelo Urso, mas tinha onze longas na programação, e acabou contemplado com o Prêmio Audi de Curtas por “Rise”, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca. Feito em coprodução com os EUA e o Canadá, a produção fala sobre a performance de um grupo de artistas negros em Toronto. Houve mais uma vitória nacional: o prêmio da Anistia Internacional, dado a “Espero tua (re)volta”, de Eliza Capai. É um .doc no qual um trio de estudantes dá testemunhos sobre as principais transformações políticas do país, a partir das passeatas de 2013.

Dedicada ao ator Bruno Ganz (1941-2019), mito do cinema alemão, morto na manhã de sábado, 16/02, em decorrência de um câncer, a cerimônia de premiação foi também uma festa de despedida para o curador Dieter Kosslick, crítico de cinema que dirigiu a Berlinale por 18 anos. Em seu lugar, em 2020, Carlo Chatrian e Mariette Rissenbeek passam a dirigir o festival, que teve 16 longas em concurso nesta edição.

Um dos mais polêmicos concorrentes, o francês “Grâce à Dieu”, de François Ozon, sobre o combate à pedofilia na Igreja Católica saiu daqui com o Prêmio Especial do Júri. É um reconhecimento ético da luta das vítimas de um padre abusador (cujo processo será julgado em março) e uma reverência merecida a um prolífico diretor que coleciona sucessos de bilheteria (“8 mulheres”, “Dentro da casa”, “O amante duplo”) e resenhas elogiosas.

Foi inusitado ouvir o nome da alemã Angela Shanelec quando o Urso de Prata de direção foi anunciado, uma vez que seu filme, “I was home, but…” (sobre um adolescente fujão que volta para casa), teve zero repercussão. Mais preciso foi a premiação dos atores: venceram Yong Mei (atriz) e Wang Jingchun (ator, em interpretação magistral) por “So Long, my son”, da China. É um melodrama em que eles vivem um casal que levam 30 anos às voltas com o luto pela perda de um filho.

Ao longo dos dez dias da maratona cinéfila berlinense, iniciada no dia 7 de fevereiro, os colegas de júri de Juliette foram o crítico Justin Chang (EUA), a estrela germânica Sandra Hüller, os diretores Trudie Styler e Sebastián Lelio (ela do Reino Unido, ele, do Chile) e pelo curador do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) Rajendra Roy. Eles concederam a láurea de melhor roteiro a um filme de máfia: “Piranhas – La paranza dei bambini”, de Claudio Giovannesi. Um dos roteiristas é o escritor Roberto Saviano, jurado de morte pela Camorra. Foi ele quem escreveu “Gomorra”, livro filmado em 2008, por Matteo Garrone e celebrizado como um dos mais importantes longas da Itália neste século. Giovannesi aproveita a literatura de Saviano pelo prisma da juventude: seu longa aborda um grupo de adolescentes mafiosos.

Ao decidir quem contemplar com o prêmio de contribuição artística, uma láurea técnica, o time de Juliette escolheu o fotógrafo Rasmus Videbaek, pelo visual estonetante de “Out stealing horses”, da Noruega – nele, um viúvo vai se refugiar da dor da perda emu ma fazenda e se depara com fantasmas de sua juventude. Ao decidir sobre o ganhador do prêmio Alfred Bauer, um troféu que coroa novas perspectivas narrativas para o cinema, os jurados bateram o martelo em prol da estética videoclipada de “System crasher”, de Nora Fingscheidt, no qual uma menininha inferniza a vida dos casais que tentam adotá-la, ao limite da brutalidade.

Laureada pelo júri popular na Berlinale de 2018 por “O processo”, a diretora brasiliense Maria Augusta Ramos integrou o júri paralelo ao de Juliette, dedicado a conceder o troféu Glashütte Original, prêmio do festival alemão dado a narrativas documentais. Em 2019, seu ganhador foi o sudanês “Talking about trees”, de Suhaib Gasmelbari. O longa fala dos esforços de quatro amigos para manter um cinema aberto no Sudão.

Agora, com o desfecho da Berlinale, é a vez de esperar o Festival de Cannes, que vai de 14 a 25 de maio, e (segundo especulações) pode ter “Rocketman”, a cinebiografia de Elton John, como atração de abertura.

########################################################

E PODE PRODUÇÃO?

Foto – Reprodução

Antes de seu segundo encontro com Kim Jong-un, líder do regime comunista da Coreia do Norte, o presidente Donald Trump disse em 15 de fevereiro que o líder do Japão o indicou para o Prêmio Nobel da Paz por seu trabalho, ao abrir um diálogo com o país isolado.

O primeiro-ministro Shinzo Abe “me deu a mais bela cópia de uma carta que ele enviou para as pessoas, entregando-me algo chamado Prêmio Nobel”, disse Trump a repórteres no Rose Garden quando perguntado sobre sua próxima reunião com Kim no final deste mês no Vietnã.

O presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, que também considera Trump como responsável pelo início das negociações com a Coreia do Norte, também o apoia para o Prêmio Nobel da Paz.

Trump disse que as primeiras trocas com Kim estavam cheias de “fogo e fúria”, mas desde a sua primeira reunião no ano passado em Singapura, os dois estabeleceram um bom relacionamento. Ele disse que Abe o indicou porque temia que a Coreia do Norte realizasse testes de mísseis sobre o Japão.

A Associated Press não pôde confirmar a indicação imediatamente.

A Embaixada do Japão em Washington não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

Em 2009, o presidente Barack Obama recebeu o Prêmio Nobel da Paz por estabelecer o compromisso dos Estados Unidos de “buscar a paz e a segurança em um mundo sem armas nucleares”.

Um grupo de 18 parlamentares da Câmara dos Deputados assinou uma carta nomeando formalmente o presidente Donald Trump para o Prêmio Nobel da Paz de 2019, por seus esforços em levar a paz à Península Coreana em 1º de maio de 2018.

A indicação formal veio depois de uma declaração do presidente sul-coreano Moon Jae-in na qual ele disse que “Trump deveria ganhar o Prêmio Nobel da Paz”. O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, e o ministro das Relações Exteriores da Coreia do Sul, Kang Kyung-wha, atribuíram a Trump o mérito desse avanço.

Messer apresentou a ideia de nomear Trump para o prêmio em março de 2018.

Quando Trump falou sobre o avanço com a Coreia do Norte durante um comício em Michigan no ano passado, em 28 de abril, a multidão começou a gritar: “Nobel, Nobel, Nobel”.

Trump enfrentou a ameaça da Coreia do Norte no início de sua presidência, enquanto ao mesmo tempo enfrentava uma série de grandes crises internas e externas. O ditador do regime comunista, Kim Jong-un, testou vários mísseis supostamente capazes de chegar aos Estados Unidos e detonou o que Pyongyang afirma ter sido uma bomba de hidrogênio.

Trump respondeu com fortes ameaças de ação militar e uma correspondente realocação de armas de fogo na península coreana. Ao mesmo tempo, liderou um regime de sanções sem precedentes e forjou alianças com atores-chave na região.